quinta-feira, 30 de maio de 2013

CIDADANIA, CONFIANÇA, COMPROMISSO EM SÍNTESE "OLHAR PELAS PESSOAS"


Paulo Cafôfo é um Senhor. Conheço-o. É um respeitado Professor. É o tipo de pessoa que irradia simpatia, pelo seu ar afável e porque tem dois ouvidos e uma só boca. Gosta de beber o conhecimento e só depois opinar e decidir. Gosta de trabalhar em equipa e não se verga a qualquer onda por interesses partidários. Tem uma profissão, não depende deste ou daquele esquema!  E isto é importante numa altura de significativa descredibilização da política e dos políticos. Talvez por isso mesmo granjeou a simpatia de seis partidos da oposição madeirense,  da direita à esquerda política. Só razões que a história deste processo autárquico um dia dará a conhecer, não fez o pleno entre os oito partidos da oposição. Ficaram de fora o PCP e o CDS/PP. As opções são legítimas, todavia, num quadro de 37 anos de domínio absoluto do PSD, exigir-se-ia uma melhor ponderação desses dois partidos. Ficaram de fora, paciência, ponto final, para a frente é o caminho.


Ainda é muito cedo, pois a procissão ainda anda pelo adro, mas estou a gostar da campanha do Dr. Paulo Cafôfo, o candidato da "Mudança" no Funchal. Sereno, assertivo, propositivo e muito seguro, as suas posições têm vindo a ser marcadas pela sensatez do discurso. Gosto do slogan "Olhar pelas Pessoas", porque, indiscutivelmente, milhares estão a passar muito mal e porque são elas, no seu todo, que fazem a cidade. Cidadania, Confiança, Compromisso são outras três palavras com muita força: cidadania, porque o Funchal (e toda a Região, claro) precisa, com urgência, de uma dose cavalar de reposição de direitos e deveres na relação das pessoas com a sociedade onde vive; confiança, porque todos nós necessitamos de alguém de princípios e de valores que reponha o exercício da política nos carris da seriedade, da honestidade e do desenvolvimento; compromisso, porque palavra dada terá de ser palavra cumprida, coisa que há muito anda arredada dos políticos. De resto, Paulo Cafôfo é um Senhor. Conheço-o. É um respeitado Professor. É o tipo de pessoa que irradia simpatia, pelo seu ar afável e porque tem dois ouvidos e uma só boca. Gosta de beber o conhecimento e só depois opinar e decidir. Gosta de trabalhar em equipa e não se verga a qualquer onda por interesses partidários. Tem uma profissão, não depende deste ou daquele esquema! E isto é importante numa altura de significativa descredibilização da política e dos políticos. Talvez por isso mesmo granjeou a simpatia de seis partidos da oposição madeirense, da direita à esquerda política. Só razões que a história deste processo autárquico um dia dará a conhecer, não fez o pleno entre os oito partidos da oposição. Ficaram de fora o PCP e o CDS/PP. As opções destes partidos são legítimas, todavia, num quadro de 37 anos de domínio absoluto do PSD, exigir-se-ia uma melhor ponderação desses dois partidos. Ficaram de fora, paciência, ponto final, para a frente é o caminho.
Na luta pela vitória estão, assim, três candidatos: Paulo Cafôfo (Coligação), Bruno Pereira (PSD) e José Manuel Rodrigues (CDS).  Estes dois últimos, embora os respeite, do meu ponto de vista, são os candidatos que exprimem a velha musiquinha de vira o disco e toca o mesmo. Bruno Pereira, representa Alberto João Jardim, tem a sua bênção, e daí que questione se os madeirenses quererão mais do mesmo? Isto é, uma Câmara ao serviço dos interesses da actual maioria política, vergada ao "chefe" da Quinta Vigia. Votar neste candidato corresponde à tentativa de manutenção de uma estrutura caduca e de um pensamento político caduco. Simplesmente porque causas iguais determinam as mesmas consequências. E, das duas uma, ou o eleitorado quer manter uma "guerra" que não lhe diz respeito, refiro-me às desinteligências internas do PSD-M e a onda de vingança às designadas "facadas nas costas", ou aposta numa candidatura que não integra esse filme de terror. Por outro lado, a candidatura de José Manuel Rodrigues em todo este processo tem a configuração de uma bengalinha do PSD. Não é preciso ser muito inteligente para perceber que o CDS não tem quaisquer hipóteses de ganhar a Câmara, mesmo com alguns descontentes do PSD a deslizarem o voto para o CDS. Daqui se infere que a possibilidade, se ela chegar a existir, é a da repetição, no Funchal, do que se passa ao governo da República. Coligar-se-ão, sem pestanejar, repartindo o poder e mantendo o mesmo prato servido há 37 anos aos funchalenses. Aliás, o CDS não assume, claramente, um NÃO ao PSD. A estratégia, leio eu nas entrelinhas do discurso político, é tentar esquecer o que se passa na República, mostrar por aqui alguma diferença e, depois, logo se verá. Em função do resultado das eleições, na busca de uma maioria absoluta, entre o PSD e a Coligação, estou em crer que o CDS dará a mão ao PSD. Porque "gato escaldado, de água fria tem medo", defendo eu, melhor será a opção por uma candidatura de "cidadania, confiança e compromisso". 
Os dados estão lançados, para já, pelo andar da carruagem, por aquilo que os candidatos dizem e pelo que me apercebo dos encontros que vou tendo, parece-me que Paulo Cafôfo está em vantagem. A ver vamos.

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