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domingo, 21 de junho de 2015
SONDAGENS
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
"MUDANÇA" MAIS PERTO DA VITÓRIA!
sábado, 1 de dezembro de 2012
PEDE-SE BOM SENSO PARA A NECESSÁRIA MUDANÇA POLÍTICA
terça-feira, 29 de maio de 2012
PRIMEIRA VITÓRIA: JARDIM JÁ ERA!
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| Acabou o Carnaval! |
Quanto ao sentido de voto no CDS/PP, sinceramente, não o valorizo em demasia. É minha opinião, que valerá o que vale, que o crescimento de um deputado parece-me muito frágil. Também logo se verá. Aos poucos, os mesmos que terão dito, agora, que votariam na direita, perceberão que não existe diferença ideológica entre o PSD e o CDS assenta em pequenos detalhes e que a Madeira precisa de uma ruptura com este passado e presente de tragédia. Eu diria que, na Madeira, já basta de 84 anos de conjuntura política situada no domínio da direita política. Com as diferenças substanciais entre uma ditadura feroz e uma roupagem democrática, onde a perseguição é, agora, subtilmente "científica", a verdade é que Salazar esteve 48 anos e Jardim já está há 36. É tempo da Região procurar uma alternativa fora daquele quadro político e não o digo por uma questão de posicionamento político pessoal, afirmo-o a partir da minha leitura europeia (e não só) cujas políticas de direita conduziram ao estado em que todo o velho continente se encontra. Estamos face ao maior ataque contra as pessoas e contra os seus direitos. Inquestionável.
Seja como for penso ser extemporâneo um certo cantar de galo, alguns se sentirem na crista da onda, pois mais sensato será aguardar pelas autárquicas. Uma coisa parece-me certa: é que JARDIM JÁ ERA!
Ilustração: Google Imagens.
domingo, 27 de junho de 2010
NOTAS SOLTAS E A CENSURA DA RTP
Duas notas nesta manhã de Domingo:
Os tempos são muito difíceis para o governo do Engº José Sócrates. Uma sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF atribui ao PSD 47,7% das intenções de voto, caindo o PS para 24,1%.Porém, há que salientar que o nível de indecisos desta sondagem é de 41,8%. Na opinião de André Freire, tudo está em aberto: "Apesar deste estudo consolidar a tendência de subida do PSD e a queda do PS, se juntarmos aos indecisos a abstenção [4%] e os votos brancos e nulos [6%] dir-se-á que tudo pode acontecer".
2ª RTP-Madeira
quarta-feira, 22 de julho de 2009
CONTRADIÇÕES QUE IMPLICAM REFLEXÃO
1º Na recente sondagem encomendada pelo DN-M fica demonstrado que 88% da população madeirense inquirida considera que o problema da Madeira não está na hipotética Revisão Constitucional. Portanto, sublinham que o presidente do PSD-M não tem razão quando arquitecta esta manobra.
2º Entre os entrevistados, 54,5% aponta a luta política contra o desemprego e 33,1% para o combate à pobreza.
Dir-se-á que existe aqui uma clara contradição. Eu sei porquê! Outros saberão?
domingo, 19 de julho de 2009
SE ASSIM FOR FICARÁ EM CAUSA A VIVÊNCIA DEMOCRÁTICA
- A significativa baixa no preço de 4.000 medicamentos que significa uma poupança para todos portugueses de 726 milhões de euros. Neste aspecto, a passagem, em quatro anos, de 8 para 19% de crescimento nos genéricos;
- O Complemento Solidário para Idosos, instrumento poderoso para atenuar a pobreza de 200.000 portugueses para além da melhoria introduzida no Rendimento Social de Inserção;
- O apoio pré-natal. Dirão que é pouco. É certo que é pouco mas muito para quem dele precisa;
- O Salário Mínimo que cresceu 20% nos últimos 4 anos;
- O Abono de Família, uma das prestações mais importantes que cresceu 25% nos últimos quatro anos. Tratou-se do maior aumento de sempre conjugado com o 13º mês desta prestação social;
- A Acção Social Escolar, baseado nos escalões do abono de família, e que veio a beneficiar milhares de alunos e suas famílias. Situação que só agora o PSD-M tenta implementar;
- O apoio à parentalidade, onde a licença passou de cinco para dez dias de licença, acrescido de mais um mês caso o pai fique com a criança;
- A reforma da segurança social permitindo safar o País que se encontrava no abismo para uma situação de garantia de futuro;
- A redução das contribuições para a segurança social;
- O programa de qualificação-emprego;
- A formação de dupla certificação para jovens sem o ensino secundário;
- Os estágios profissionais para jovens com o secundário e superior, destinado a jovens até aos 35 anos;
- O apoio à contratação de jovens com o ensino secundário e superior através do apoio de € 2.000,00 mais dois anos de isenção de Taxa Social Única (TSU);
- O apoio de € 2.000,00 mais dois anos de isenção de TSU na contratação de desempregados e públicos específicos;
- O apoio à contratação de desempregados com 55 anos ou mais, consubstanciado na redução de 50% na TSU às empresas que contratem a termo.
Tudo isto passando de 6,83% de défice nas contas do Estado para 2,6% em 2007 e 2008. A despesa de solidariedade, em percentagem, cresceu de 9% em 2002 para 10,7% em 2009. Entre 2002 e 2005 a taxa rondou os 9%. Isto significa que o esforço do Estado custa, hoje, por dia, 20 milhões de Euros.
Refiro estas medidas sociais porque a maioria tiveram impacte directo na Madeira e aquelas que não tiveram tal fica a se dever à inabilidade do governo da Madeira. Em contraponto, o que dizer do que por aqui se passa ao nível do desemprego, da pobreza, da angústia dos empresários, das falências, da dívida pública, da inversão das prioridades, enfim, de toda a situação extremamente preocupante que a Região está a viver? Ora bem, fazendo o balanço entre o que se passou na República e na Região, não acredito nesta sondagem. Aceito ser muito difícil atingir o resultado das últimas legislativas nacionais, mas 5-1 penso que não acontecerá. É a minha convicção. Até porque, o reforço do PSD equivalerá a um duro golpe na vivência democrática. A história deste processo demonstra que, a Região, precisa de respirar outros ares.
NOTA:
Quinta-feira passada recebi um telefonema de uma alegada empresa de sondagens cujo nome, infelizmente, não fixei. Fizeram-me, salvo erro, três perguntas: 1ª Entre vários candidatos (todos do PSD) quem é que deveria vir a liderar, na Madeira, a partir de 2011, o citado partido, caso o actual presidente abdique; 2ª Entre o "ataque" ao desemprego e a pobreza (não me lembro se me colocaram outra hipótese) qual o combate que elegeria; 3ª Se tivesse que votar agora para as legislativas nacionais em que partido votaria. Considerei muito estranho o facto de não me terem perguntado, no mínimo, a idade! E ao contrário do que sublinha a ficha técnica da citada sondagem hoje publicada, se se tratou do mesmo estudo (em princípio duvido) é falso que, no meu agregado familiar, tivesse sido inquirido "o elemento que fez anos há menos tempo". Responderam duas pessoas. Muito estranho pela proximidade das datas, embora, repita, esta situação não coloque em causa a idoneidade, rigor e responsabilidade da empresa que a fez. Apenas aqui relato uma situação vivida. Nada mais.



