quinta-feira, 9 de abril de 2015

MIGUEL ALBUQUERQUE PARECE NÃO TER MÃO ENTRE OS SEUS APOIANTES


Que eu me lembre é a primeira vez, desde 1974, inclusive no espaço nacional, que um indigitado Presidente do Governo deixa escapar, para a comunicação social, a sua equipa de governação. Que se assista a uma especulação por parte dos jornalistas tal parece-me óbvio, porém não é isso que se passa, porque os putativos secretários já aparecem a conceder entrevistas a torto e a direito. Esquisito! Nem eles têm tido tento na língua e uma reserva que só lhes ficaria bem. Apresentam-se como membros do governo, ainda com um governo em funções e ultrapassando o presidente indigitado na apresentação pública. 


Pelo que leio, a repartição dos lugares tem constituído uma dor de cabeça que nem o medicamento mais potente consegue abrandar a dor. Um exemplo: alguém vai na história que Pedro Calado (sempre ao lado de Miguel Albuquerque, até na noite eleitoral) preferiu trabalhar numa empresa privada a ser membro do governo? Esquisito! História mal contada, pressuponho.
O que leva a concluir que Miguel Albuquerque, no campo maior da política, com tantos interesses e pressões em jogo, não consegue três coisas: ter mão nos convites que endereça, ser imune aos telefonemas e exigir absoluta reserva e abstenção de qualquer comentário público antes da apresentação oficial da equipa de governo. 
Para melhor compreensão deixo aqui o link para o blogue do Jornalista Luis Calisto onde este assunto é analisado em pormenor.http://fenixdoatlantico.blogspot.pt/…/04/novo-governo_8.html
Ilustração: Politicamente, andam em "bicos de pés"

1 comentário:

Fernando Vouga disse...

Caro André Escórcio

Podemos ficar descansados porque vai ficar tudo na mesma. Com a pouca-vergonha do JM a ser pago pelos contribuintes e toda a panóplia de batotas do jardinismo. O problema de agora é uma mera escolha das moscas, porque todo o resto será mais do mesmo.