Se sou feliz, porque razão muitos outros não gozam desse direito? No essencial, a questão é essa.

Nem é tanto o ter mais ou menos disponibilidade financeira, se bem que essa seja uma parte importante, mas o de não ver futuro naqueles que nasceram para desfrutar desse futuro com dignidade. Os Homens, eu diria, alguns homens (aqui, com letra minúscula) têm, sucessivamente, roubado essa possibilidade. A minha luta, humilde luta, é precisamente essa, o de conseguir meter o pauzinho nesta monumental engrenagem, para que todos possam ter direito à felicidade. A felicidade de ter um emprego com deveres, mas com direitos. A felicidade de poder dar um pontapé na pobreza!
Apesar de tudo, de todos os constrangimentos, que 2011 seja um ano pacífico e que as crianças não sofram com as atitudes de ganância e de poder a qualquer preço.
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