
Estabelecer comparações despropositadas nada adianta junto daqueles que precisam de soluções, até pelo efeito dominó que a falta de emprego opera no seio do agregado familiar. Só que, a realidade assim o demonstra, não há soluções para este governo porque é sensível que esgotaram a sua capacidade de intervenção, de inovação, de criatividade e de projecto. E como assim é, parece-me evidente que não pode o Secretário dos Recursos Humanos, compaginado com a Vice-Presidência com a tutela da área económica, dar a cara aos madeirenses e porto-santenses e falar-lhes de medidas concretas e de esperança. Nem estes dois, tampouco o presidente do governo que sobre esta dramática situação não se lhe ouve uma qualquer declaração no quadro das políticas susceptíveis de modificarem a situação. Prefere o folclore das inaugurações e os habituais disparos contra a República, como se nada do que está a acontecer tivesse a ver com as responsabilidades que incumbem a um Presidente do Governo.
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